Um trabalho científico apresentado no Simpósio Territórios, Memória, Reexistências e Patrimônio, realizado nesta semana em Chapecó, SC, instigou a curiosidade científica de pesquisadores da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS.
A comunicação científica é resultado de uma pesquisa do doutorando do PPGH da UFFS e diretor de Cultura de Piratuba, Ernoi Matielo, a qual aborda os aspectos históricos e a trajetória de um dos mais curiosos espaços de sepultamentos da região, apresentando um formato circular incomum.
O Cemitério Redondo, fica nos altos de Linha Serraria e Nova Beleza, região de cordilheiras rurais do município turístico de Piratuba, no Vale do Rio do Peixe, interior catarinense, região de Fronteiras Sul-Brasileiras. O círculo formado com pedras basálticas, chama a atenção de viajantes e turistas, que transitam pela região. A estrutura que desperta curiosidade, fica às margens da SC 390, no Km 17, nas proximidades do trevo de acesso à Rota das Águas, na divisa com o município de Capinzal, em um dos pontos mais elevados da cidade turística, a uma altitude de 670 metros acima do nível do mar.
Sua fundação remonta o período aproximado do ano de 1897, tornando-se atrativo turístico do município a partir dos anos 2000.
A apresentação no evento integra-se às iniciativas temáticas de divulgação e preservação da memória do Cemitério Redondo, cuja a história foi abordada recentemente em um artigo publicado na revista Nipeas, que é o Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Estudos Agrários, Urbanos e Sociais, responsável pela realização do simpósio.
Créditos: Agência Press




